Informação para as pessoas viverem melhor

Jornalismo de excelência e conhecimento médico em comunidades que valorizam a troca de experiências e cultivam uma atitude positiva diante de seus desafios

Já existem robôs programados para responder dúvidas e cuidar de crianças com câncer e outros ajudando os médicos a fazer cirurgias. Algumas drogas estão conseguindo cumprir velhas promessas da indústria de medicamentos e até células modificadas do sistema imunológico do paciente já foram recrutadas para combater a doença. As mudanças são tão grandes que muitas pessoas ainda nem perceberam que vários tipos de câncer, quando identificados precocemente, já têm cura. Entre eles o de mama, próstata, tireoide e melanoma. O que acontece nessa área é um bom indicador não só do quanto, mas de como a medicina vem avançando.

O lado negativo dessa história de esperança é que esses benefícios estão muito longe da maioria das pessoas. Em parte, claro, por que os tratamentos são caríssimos. Hospitais equipados, médicos preparados, equipamentos de última geração e novas drogas, não se discute, são indispensáveis para a promoção da saúde. Ampliar o acesso a esses recursos é um dos maiores desafios de gestores de saúde pelo mundo. No entanto, existem outras coisas que podem ser feitas para melhorar a vida das pessoas, agora. É sobre eles que nos interessa falar aqui.

Oferecer informação e educação, provavelmente são algumas das soluções mais baratas e eficientes para melhorar a vida das pessoas. A razão é simples: pessoas bem informadas são capazes de cuidar melhor de si mesmas. Não estamos falando que seja fácil. Atravessamos um momento em que alguns acreditam que pílulas azuis não estudadas em laboratórios podem curar o câncer, enquanto outros desconfiam de vacinas que vem sendo usadas há décadas. Todos já percebemos que o gigantesco depósito de informações disponível na internet não produz, automaticamente, pessoas mais preparadas. Na área da saúde o efeito frequentemente é o oposto.

As fontes tradicionais de informações nessa área enfrentam problemas graves. Além de ter que lutar pela própria sobrevivência, a mídia tradicional parece presa aos mesmos assuntos de sempre: pesquisas, dietas e promessas. Os gurus que falam de saúde na TV são encantadores, mas, de modo geral, não podem ir além da superfície. Tradicionalmente, governos e ONGs, têm papel importante nessa área, mas no Brasil suas prioridades são outras.

É evidente que precisamos de uma nova forma para falar com as pessoas sobre saúde. A DeepContent Health foi criada para preencher essa lacuna, oferecendo informação confiável, produzida com tecnologia e eficiência e apresentada de forma interessante, em plataformas digitais. Tudo em ambientes sociais positivos, onde os patrocinadores podem participar de comunidade que cultivam relacionamentos duradouros.

A solidão da doença

Há 60 milhões de pacientes enfrentando doenças crônicas no Brasil. Grande parte deles conhece muito bem a dor de viver na solidão de uma doença. As horas na frente de um médico, no porto seguro de um consultório, são poucas. Na maior parte do tempo, as pessoas estão por conta própria. Não têm com quem tirar as pequenas dúvidas, dividir suas experiências, ou buscar incentivo para seguir em tratamentos demorados e, muitas vezes, frustrantes. Não é por outro motivo que, em alguns casos, mais da metade dos pacientes abandonam seus tratamentos antes do fim, com graves consequência para a própria saúde.

Na DeepContent Health nós trabalhamos como o propósito de melhorar a vida dessas pessoas, reunindo-as em comunidades onde podem trocam experiências a qualquer hora, tirar dúvidas com especialistas e obter informações confiáveis e embasadas cientificamente, a salvo de fakes e de promessas milagrosas. Para isso, estamos desenvolvendo um modelo tecnológico, de grande alcance e baixo custo para os patrocinadores, com várias possibilidades para interagir.

Sabemos que qualidade de vida depende de uma combinação de elementos. Começa por uma atitude positiva das pessoas para acreditar e cuidar de si mesmas, mas também é preciso que elas façam parte de uma rede social sustentadora, onde se sintam amadas e acolhidas. É indispensável o acesso aos melhores tratamentos, o que só um médico pode indicar, respeitando as necessidades de cada pessoa. Nós acreditamos que a informação de boa qualidade é a linguagem universal que aproxima e fortalece os vínculos entre essas pessoas.

Alexandre Secco
Jornalista e sócio da DeepContent

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